Aparelhos auditivos existem a centenas de anos e antigamente eles eram muito grandes e visíveis. Graças à evolução da tecnologia os aparelhos auditivos são feitas agora bem menores, mais duráveis e confortáveis. Hoje muitos fabricantes de aparelhos auditivos trabalham incansavelmente para poder fazer aparelhos auditivos menores e mais fáceis de usar.

Viagem pela história dos aparelhos auditivos

Surdez e perda auditiva sempre existiram. Por muito tempo, se acreditou que pessoas incapazes de ouvir também possuíam outras deficiências. Um mal entendido que durou, infelizmente, até o século XVI. A sociedade discriminou, por muito tempo, pessoas com perda auditiva. 


Um monge espanhol chamado Pedro Ponce provou, no século XVI, que não há ligação entre as capacidades auditiva e intelectual de uma pessoa. Por volta de 1530, ele ensinou Pedro e Francisco, os filhos surdos do nobre Juan Fernández de Velasco y Tovar, como ler, escrever, fazer contas e falar.

Os primeiros aparelhos auditivos eram enormes trombetas em forma de chifre com uma parte larga e aberta em uma extremidade que detectava o som. A trombeta gradualmente diminuiu e se transformou em um fino tubo que canalizava o som dentro do ouvido. 

O desenvolvimento do aparelho auditivo moderno não seria possível se não fosse pela contribuição de dois dos maiores inventores do final do século XIX e início do século XX. Alexander Graham Bell amplificou eletronicamente o som em seu telefone usando um microfone de carbono e uma bateria: um conceito que foi adotado pelos fabricantes de aparelhos auditivos. Em 1886, Thomas Edison inventou o transmissor de carbono, que alterava os sons em sinais elétricos que podiam viajar através de fios e podiam ser convertidos de volta em sons. Essa tecnologia foi usada nos primeiros aparelhos auditivos. 

A Revolução Industrial permitiu a produção em massa de aparelhos auditivos e criou uma nova classe média que podia pagar pela tecnologia. No século XIX, várias empresas produziram suas próprias versões de aparelhos auditivos. Em 1898, a Dictograph Company apresentou o primeiro aparelho auditivo de carbono comercial. Um ano depois, Miller Reese Hutchison, da empresa Akouphone, no Alabama, patenteou seu primeiro aparelho auditivo elétrico funcional que usava um transmissor de carbono e bateria. Ele era tão grande que precisava ficar sobre uma mesa, e era vendido por US$400. 

primeiro aparelho auditivo

Na década de 20, tubos a vácuo foram introduzidos aos aparelhos auditivos, o que tornou a amplificação do som mais eficiente, mas enormes baterias ainda os tornavam incômodos.

O ano de 1952 anunciou a era dos aparelhos auditivos de transistor. A adição dessas simples chaves on/off finalmente possibilitou o advento de um aparelho auditivo menor. Os primeiros aparelhos auditivos com transistor foram projetados para se encaixar nas armações de óculos. Posteriormente, eles foram adaptados para se encaixar atrás da orelha. O primeiro aparelho auditivo de transistor a ser lançado no mercado no final de 1952 foi vendido por aproximadamente US$230. 

No século XX, os aparelhos auditivos se tornaram digitais. A qualidade do som melhorou e se tornou mais ajustável. Também durante esse período, os aparelhos auditivos programáveis foram introduzidos. 

modelos de aparelhos auditivos antigos

Na virada do século XXI, a tecnologia de computador tornou os aparelhos auditivos menores e ainda mais precisos, com ajustes para se acomodar a virtualmente todo tipo de ambiente auditivo. A mais nova geração de aparelhos auditivos pode continuamente se ajustar para melhorar a qualidade de som e reduzir o ruído de fundo.

Os primeiros aparelhos auditivos no século XVII
Os primeiros aparelhos auditivos eram trombetas. Eles eram feitos em diversos formatos e tamanhos. Eram feitos de ferro, prata, madeira, conchas de caramujos ou chifres de animais.

aparelhos auditivos antigos
Algumas pessoas não queriam admitir sua perda auditiva e tentavam escondê-la. Alguns aparelhos era escondidos em abanadores, outros eram integrados a bengalas. Alguns eram até mesmo disfarçados de jóias com diamantes incrustados.

Marcos na tecnologia de comunicação

Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, ensinava alunos surdos, era casado com uma mulher surda e sua mãe era surda. Assim, ele queria, originalmente, transformar as palavras faladas em sinais elétricos, para torná-los visíveis às pessoas surdas. Quando ele percebeu que esta tecnologia também poderia ser usada para transmitir conversas por longas distâncias, nasceu o telefone.

Os primeiros aparelhos auditivos no século XX

Os primeiros amplificadores elétricos apareceram por volta do início do século XX. Foram inventados os primeiros aparelhos auditivos. Nos anos 1920, eles se tornaram pequenos o suficiente para serem levados em uma bolsa.

Grandes passos até o aparelho auditivo moderno

Com o avanço da tecnologia de miniaturização, os aparelhos auditivos se tornaram ainda menores. Nos anos 1940, os primeiros aparelhos de bolso foram apresentados. No início da década de 1960, surgiu o modelo que está disponível até os dias de hoje: Os retroauriculares (BTE). Desde então, a tecnologia de aparelhos auditivos tem se desenvolvido rapidamente, graças aos avanços da microeletrônica. 

Os aparelhos auditivos de hoje funcionam com tecnologia digital e são equipados com potentes chips de computador. Os recursos que asseguram melhor qualidade sonora, conectividade wireless e tamanho reduzido são características das soluções auditivas modernas. 

Com a tecnologia, a aceitação dos aparelhos auditivos também mudou. Aparelhos menores, novos modelos e cores atraentes ajudaram os usuários a usá-los com mais facilidade e confiança.

Evolução dos Aparelhos Auditivos

Evolução dos Aparelhos Auditivos

Assim como em outros segmentos, a tecnologia digital revolucionou os aparelhos auditivos. No passado, os aparelhos auditivos eram analógicos, necessitavam controle manual de volume e tinham programas fixos. Agora, ainda que os controles manuais sejam uma opção, os aparelhos auditivos com processamento digital podem coletar e salvar informações sobre diferentes situações, tornando possível até o ajuste automático do aparelho nessas diferentes situações. Realmente incrível!

A deficiência auditiva sempre existiu. Isto é, desde os primórdios da humanidade, a deficiência auditiva sempre foi um problema sério às pessoas que eram acometidas desse mal. No início dos tempos, a melhorai da audição era feta com a própria mão num formato de concha colocado atrás da orelha. Depois surgiram os objetos produzidos, num formato de corneta ou um grande funil, que eram produzidas para “concentrar” os sons.

Não se conhece a figura do inventor do aparelho auditivo, como em muitos outros produtos. Ele é um resultado de uma evolução natural das diversas tecnologias a serviço do homem. Thomaz Alva Edson inventou muitos engenhos; em 1886 patenteou o conversor (microfone) a carvão. Eram baseados no princípio da modulação elétrica através da característica do carvão (tipo grafite). Apesar de não ter o propósito de inventar o aparelho auditivo, contribuiu na sua evolução. Alexander Graham Bell, pelo contrário, tentou inventar o aparelho auditivo elétrico e criou o telefone. A sua mãe e a sua esposa eram deficientes auditivas.

Por volta do ano de 1900, nos USA, surgiu o primeiro dispositivo elétrico, com microfone de carvão, para auxiliar o deficiente auditivo.

No início da década de 20 foi fabricado e patenteado o primeiro aparelho auditivo valvulado. Na década seguinte surgiu o aparelho auditivo de condução óssea, que foi prontamente utilizado para todos os casos, apesar de ser mais apropriado para os casos de problemas do ouvido médio.

Apenas no final da década de 40 que o transistor foi utilizado para melhorar a questão do consumo (as baterias duravam um dia) e porte (grandes, se comparado com os transistorizados).

No início da década de 50 apareceram os primeiros aparelhos auditivos retroauriculares. Em 1955 foi relatado o primeiro aparelho que saiu de trás da orelha para vir do lado da orelha. Ainda não era um aparelho que ficasse exatamente dentro do ouvido. O primeiro aparelho alojado no canal auditivo apareceu em 1959. Cinco anos depois os aparelhos auditivos começaram a assimilar a utilização dos circuitos integrados (chips). Apenas em 1984 é que surgiu o primeiro aparelho auditivo com processamento digital. Entretanto, as soluções mais eficientes só apareceram na década de 90.

Toda essa evolução se refere ao lançamento nos USA, que até se popularizar levaria alguns anos. No Brasil, o atraso de chegada das inovações demoraria ainda mais. Antes da virada do milênio, a quantidade era pequena e a qualidade dos aparelhos digitais era sofrível. A popularização dos aparelhos digitais só foi intensificada no país por volta de 2003 a 2004. A velocidade da tecnologia nesta área é mais demorada que os “produtos de massa”. Os custos de pesquisa e desenvolvimento para novos componentes, produtos e softwares envolvem grandes somas que precisam ser viabilizados com uma demanda específica.

componente de um aparelho auditivo

Os componentes dos aparelhos auditivos são específicos. Isto é, os componentes dos aparelhos auditivos são desenvolvidos para atender as necessidades dos aparelhos auditivos e não são utilizados em outros produtos eletrônicos. O desenvolvimento, projeto e fabricação dos componentes e dos aparelhos auditivos são todos feitos fora do país. Foram poucas as tentativas de montar aparelhos auditivos no Brasil.

Atualmente, ser aparelho auditivo de processamento digital com circuito DSP não significa que seja necessariamente um bom aparelho. Os aparelhos auditivos ainda não atingiram um nível tecnológico onde qualquer aparelho faz a tarefa de amplificar e ajustar os sons adequadamente a todos os pacientes. Vários produtos atingiram o nível satisfatório de qualidade e desempenho, alguns exemplos são: geladeira, rádio, televisor, telefone, celular, etc. Para esses produtos, a diferença entre os modelos são as funções adicionais ou o luxo agregado.

Os mais recentes desenvolvimentos nesta área dizem respeito aos novos algoritmos para melhorar problemas como a separação do ruído competitivo ou o ruído de fundo, a microfonia, a seletividade direcional, a reduzida faixa de freqüência, a estreita faixa de nível sonoro de inteligibilidade, etc. Ou seja, apesar de ser um desenvolvimento multidiciplinar envolvendo áreas como a otologia, engenharia eletrônica, acústica e outros, boa parte dos novos desenvolvimentos está baseada em soluções de softwares computacionais.

Lista da Evolução dos Aparelhos Auditivos

  • 01 – Em 76 – 138dc: A palma da mão em concha colocada atrás da orelha (pavilhão auricular).

  • 02 – No século XVIII: Cornetas acústicas de origem animal e depois de outros  materiais  como couro, madeira, metal, etc.

  • 03 – Em 1700-1800: Adaptação das cornetas em leques, guarda-chuvas, chapéus, poltronas, sob a barba ou no cachimbo com o objetivo de escondê-las.

  • 04 – uso de um tubo para facilitar a comunicação em lugares ruidosos.

  • 05 – Em 1550: colocação de uma haste metálica entre os dentes para transmissão do  som por via óssea.

  • 06 – Colocação de uma haste de madeira entre os dentes e apoiada no piano, de forma a poder perceber as vibrações utilizado pelo compositor Ludwig V. Beethoven (1770-1827).

  • 07 – Em 1819 “trono acústico” , o apoio deste trono apresentava a forma de uma  cabeça  de leão contorcida, de modo que as cavidades conduziam a uma caixa de ressonância,  colocada embaixo do assento.

  • 08 – Em 1876 invenção do telefone por Alexander Graham Bell, usando um microfone magnético e um sistema que fornecia pequena amplificação com o objetivo de ajudar a sua esposa que era surda.

  • 09 – Em 1878, usando a tecnologia do telefone, inventaram os transmissores de carbono, permitindo melhor amplificação.

  • 10 – Em 1900, o primeiro aparelho auditivo elétrico formado por um microfone de carbono  unido a uma bateria e um receptor magnético.

  • 11 – Em 1902, o primeiro aparelho auditivo de carbono disponível comercialmente.

  • 12 – Em 1920, uso da válvula eletrônica nos aparelhos auditivos.

  • 13 – Em 1930, substituição dos aparelhos à carbono pelos aparelhos auditivos à válvula.

  • 14 – Em 1940, introdução da bateria de mercúrio, foi possível reduzir o tamanho do   aparelho auditivo ao de um bolso.

  • 15 – Em 1950, com a invenção do transistor permitiu a fabricação dos aparelhos embutidos em hastes de óculos 16 – Com o circuito integrado (microfone e  receptor), iniciou a confecção dos aparelhos auditivos retroauriculares (década de 60).

  • 16 – Surgimento dos aparelhos auditivos intra-auriculares.

  • 17 – Aparelhos auditivos intra-canais (década de 80).

Para saber mais sobre evolução dos Aparelhos Auditivos

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